RIO + SEGURO

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Qual o número de telefone do RIO + SEGURO Copacabana?

Casos de desordem urbana, como ambulantes ilegais, ocupação irregular de calçadas e perturbação do sossego, entre outros podem ser denunciados ao RIO + SEGURO. O morador também poderá denunciar pequenos delitos, como furtos de telefones, bicicletas e transeuntes. Os casos relacionados à desordem urbana devem ser denunciados por meio do 1746. Já os criminais devem ser feitos por meio do 190 da PM. Além disso, as equipes de campo vão receber informações e imagens captadas por 54 câmeras espalhadas em pontos estratégicos dos bairros e monitoradas em tempo real pelas equipes do Núcleo de Videopatrulhamento da Guarda Municipal, que funciona no Centro de Operações Rio (COR). Ali, os profissionais recebem treinamento constante para realizar análises e identificar padrões de comportamento.

Essa capacitação permite a identificação de pessoas suspeitas na iminência de executarem crimes, possibilitando assim ações preventivas. Trata-se de um programa pioneiro no país, que associa planejamento, inteligência e tecnologia na prevenção à desordem urbana – população de rua e ambulantes irregulares representam 82% das reclamações de moradores, segundo levantamento realizado nas redes sociais – e aos pequenos delitos, proporcionando mais segurança aos cariocas e a redução dos índices de criminalidade. A iniciativa prevê uma maior participação da Guarda Municipal, com aumento de 280 homens ao efetivo já em atividade nos dois bairros. Esses guardas vão atuar 24h com suporte de um micro-ônibus como base operacional, dez carros e 33 motocicletas.

Além do efetivo da GM-Rio, teremos reforço de 140 policiais militares. A integração das atividades da GM com as forças de segurança do Estado serão vistas em ações autônomas dos guardas municipais ou conjuntas com policiais militares do 19º BPM (Copacabana) e do Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTUR). A parceria possibilitará, ainda, o envio de imagens de flagrantes de crimes captadas pelo Núcleo de Videopatrulhamento às delegacias locais – 12ª DP e 13ª DP (Copacabana) – e da Delegacia Especial de Apoio ao Turista (DEAT). Os vídeos repassados em tempo real aos delegados responsáveis pelos inquéritos servirão como evidência para corroborar pedidos de prisões de suspeitos à Justiça.

Mas o emprego da tecnologia não se limitará às câmeras. Por meio do Mapa Operacional será possível saber a localização exata de cada um dos guardas municipais envolvidos na operação graças a um sistema de comunicação integrada. Além de permitir a geolocalização dos guardas municipais, agilizando o deslocamento das equipes para atender as demandas, os smartphones possibilitam que os guardas recebam informações sobre suas missões e imagens de suspeitos. Inicialmente, a Prefeitura do Rio vai custear a implantação do programa, mas a administração municipal está buscando apoio da iniciativa privada para viabilizar a ampliação do programa para outros bairros da cidade. O governo municipal investirá, inicialmente, R$ 800.000,00 por mês para executar o programa-piloto, que acontecerá em Copacabana e no Leme. Sua implantação em outros bairros da cidade será definida a partir dos resultados alcançados pelo programa-piloto.

Para planejar o RIO+SEGURO, a Prefeitura do Rio levou em consideração a análise de dados estatísticos, bem como informações obtidas pelos setores de Inteligência, que foram fundamentais à elaboração do mapa das manchas de desordem e dos pontos com maior incidência de pequenos delitos nos dois bairros. O mapeamento realizado pelo governo municipal permitirá a adoção de iniciativas certeiras de ordenamento urbano, pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) e a Guarda Municipal.

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